S.O.S. SAÚDETEST

Experenciamos o maior dom de todos: a Vida; que exige de nós constantes adaptações diante das situações que nos são apresentadas. Queremos partilhar informações e sugestões que possam ser de utilidade a todos. 15/07/2009 (by Angela e Luccas Brunno).

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DESEJAMOS A TODOS UM FELICE NATAL!!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O QUE É O CÂNCER?

* Nosso propósito nas postagens sobre Câncer é chamar a atenção para a necessidade de diagnósticos precoces, bem como passar algumas informações de utilidade aos pacientes e familiares envolvidos na luta contra essa doença, que continua roubando vidas. Diagnósticos precoces, com rápido encaminhamento para tratamentos adequados e eficazes aumentam as chances de cura e mais vidas são preservadas.
(by Dra Angela e Luccas Brunno)



Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo.
Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.
Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele mucosas ou ele é denominado carcinoma. Se começa em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma.


- CÂNCER DE MAMA: DESAFIO DO MUNDO MODERNO
Recentemente a revista TIME publicou interessante artigo sobre o aumento global da incidencia de câncer de mama. Doença que foi sempre mais comum em países ocidentais, passou a se frequentemente diagnosticada nos países orientais e, mesmo, africanos. Estima-se que serão diagnosticados 1.300.000 novos casos no mundo em 2007.
No Brasil
serão 48.000 casos, um a cada 11 minutos, sendo a maior prevalencia nas regiões sul e sudeste. Há também um aumento em mulheres jovens.
Câncer de mama é uma doença de origem multifatorial. Estão envolvidos a pr
edisposição genética, estilo de vida e fatores ambientais. As células mamárias e seu material genético estão expostas, continuamente, a fatores agressores externos como vírus, irradiação e substâncias tóxicas ambientais (xenobióticos). Eles são capazes de induzir mutações no DNA celular, mas felizmente há mecanismos reparadores ( gens supressores) que restabelecem a integridade genética. Quando ocorrem mutações irreversíveis, o processo de malignização se inicia. Condições organicas como hormonios e sistema imunológico podem frear ou promover o crescimento destas células alteradas e, por fim, favorecer sua disseminação para outros orgãos.
A grande
maioria dos casos (75%) de câncer de mama não tem histórico familiar. São chamados de esporádicos. Em 5% das pacientes há mutações dos gens BRCA1 e BRCA2 que conferem a estas famílias um risco bem elevado de desenvolvimento de novos casos.
Xenob
ióticos são substancias presentes no meio ambiente e que determinam danos genéticos. Nesta categoria estão os agrotóxicos e poluentes químicos que apresentam propriedades bioquímicas semelhantes ao estrogênio (Hormônio feminino), que ocasionam um estímulo hormonal adicional.
A evolução da sociedade moderna promoveu uma série de mudanças no corportamento femin
ino com repercussões biológicas, tais como: primeira menstruação mais precoce, menor número de gestações e tardias, menor tempo de amamentação, menopausa adiada. Todas estas condições levaram a mulher do século XIX que menstruava, em média, 50 vezes durante a vida, à mulher moderna que costuma ter 400 a 450 episódios. Estes ciclos contínuos promovem um bombardeio hormonal às mamas que leva a alterações proliferativas. A esta condição soma-se o fato que a mama só atinge sua maturidade após a primeira gestação completa. As mamas imaturas são mais suscetíveis a fatores carcinogênicos ambientais, aumentando seu risco.
Fatores hormonais externos como anticoncepcionais e terapia de reposição (TRH) também estão relacionados, principalmente se empregados na pós-menopausa. Em 2003, com os resultados do Estudo WHI nos EUA, que demonstraram um aumento de 40% do risco relativo de desenvolvimento do câncer de mama em usuárias de TRH, houve um declínio significativo de seu uso. Desde então o Instituto nacional do Câncer dos EUA (NCI) observou um decréscimo da sua incidencia, que comprova esta associação.
A grande arma que dispomos para combater esta ameaça à mulher é a prevenção e o diagnóstico precoce. A prevenção requer um estilo de vida saudável com dieta balanceada, controle ponderal, e prática de exercícios físicos regulares. Novos medicamentos como os Moduladores Seletivos de Receptores Hormonais (SERMS) foram recentemente aprovados pelo FDA (EUA) e ANVISA (Brasil) como substâncias capazes de reduzir em até 60% o câncer de mama em mulheres na pós-menopausa. Discute-se a indicação de mastectomia profilática e mesmo a remoção de ovários em mulheres de alto risco com mutações genéticas BRCA1 e BRCA2, mas esta decisão deve ser analisada por uma equipe interdisciplinar com mastologista, cirurgião plástico, geneticista, oncologista e psicólogo.
Os m
étodos de imagem mamografia, ultra-sonografia e ressonancia magnética possibilitam diagnosticos cada vez mais precoces e consequentemente melhores resultados com maiores chances de cura. Mesmo em países desenvolvidos, como o Japão, o percentual de mulheres que seguem um programa de controle periódico com auto-exame das mamas, exame clínico e mamografia é baixo. No Brasil há mamógrafos em 9% dos municípios e estima-se que apenas 25% da população esteja coberta por programa efetivo de prevenção.
A industria
lização e urbanização brasileira trouxeram um aumento da incidência do câncer de mama. É muito importante que a sociedade atavés do governo, empresas privadas, ONGs e grupos de saúde promovam contínuo programa de educação comunitária e ofereçam à população condições de diagnóstico e tratamento adequado. Esta preocupação tem importância não só humanitária, mas também economica, considerando que aumenta cada vez mais o papel da mulher como chefe de família e participação no mercado de trabalho.
O diagnóstico tardio do câncer de mama leva a tratamento mais mutiladores, onerosos e com resultados precários levando muitas mães a morte precoce e evitável, deixando, em suas famílias, um vazio irreparável.


Referências Bibliograficas

Maurício Magalhães Costa. Mestre e Doutor em Ginecologia pela UFRJ. Chefe do Setor de Oncologia Ginecológica do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – UFRJ. Fellow da American Society of Breast Disease e Vice-Presidente da Federação latino-americana de Mastologia.


- Álcool aumenta risco de câncer de mama

São Paulo - O álcool é o mais novo vilão do câncer de mama. Mais que o fumo, aponta um estudo na Universidade de Bristol publicado na seção online da revista Nature. Segundo a revista, os efeitos benéficos de beber moderadamente no coração e na circulação certamente compensam o risco de câncer de mama. Mas o exagero na bebida pode estar ligado a até 4% do número desse tipo de câncer.
O estudo comparou 58.515 mulheres com o câncer de mama e os 95.067 sem ele. Entre as pacientes que bebem um copo de vinho por dia têm 7% de chances de desenvolver a doença. Entre as bebedoras compulsivas, com seis ou mais copos de bebida, as probabilidade aumenta para 46%, Ou seja, na Grã-Bretanha, onde o estudo foi realizado, a bebida pode responder por até 2 mil casos de câncer de mama por ano.
A pesquisa também comparou grupos em fumam, mas não bebem e os que não fumam e bebem doses alcoólicas e não encontrou diferença significativa entre os casos da doença.
A idade crescente é o fator de risco o mais forte para o câncer de mama. Quanto mais velha uma mulher é, mais provável desenvolver a doença. No total, 1 em 8 mulheres nos Estados Unidos desenvolverá o câncer de mama, comparadas com o 1 em 9 em Grâ Bretanha.

Fonte: estadão.com.br


- Soja pode proteger contra o câncer de mama

Mulheres que consomem uma dieta rica em produtos com soja são 60 por cento menos propensas a ter um tecido mamário de "alto risco", comparadas às que comem menos soja, afirmaram cientistas no sábado. "Nossas descobertas reforçam, de forma considerável, a hipótese de que o consumo de soja protege contra o desenvolvimento do câncer de mama", afirmaram pesquisadores da Universidade Nacional de Cingapura, da organização britânica Cancer Research e do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos.
Cientistas tinham apontado anteriormente que o consumo de soja podia contribuir para taxas menores de câncer de mama em países como China e Japão, mas a pesquisa se provou inconclusiva. O estudo mais recente, publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention, combinou dados de dois estudos de mulheres chinesas em Cingapura.
O primeiro estudo analisou os hábitos alimentares das mulheres, incluindo a ingestão de soja, enquanto o segundo usou mamografias para classificar as participantes de acordo com a densidade do tecido mamário. Depois de identificarem 406 mulheres que participaram das duas pesquisas e ajustarem o consumo de energia e outros fatores que poderiam confundir, os cientistas verificaram que a ingestão da proteína da soja estava inversamente relacionada ao risco elevado de câncer.
O outro estudo mostrou que existe ligação ente tecido denso e um risco menor de câncer de mama. "Essa pesquisa demonstra, pela primeira vez, que a quantidade de soja consumida por uma mulher tem um efeito no tecido da mama e poderia diminui o risco de ela ter câncer de mama", afirmou o médico Stephen Duffy, do Cancer Research UK, em um comunicado. A soja é uma fonte rica de estrógenos vegetais, conhecidos por protegerem animais contra o câncer de mama.

- Aumento de peso tem relação com câncer de mama

As mulheres que ganham peso depois dos 18 anos correm maior risco de sofrer câncer de mama se não se submeterem a um tratamento de substituição hormonal (TSH).
Revelou hoje a Sociedade de Oncologia dos Estados Unidos. Essa foi a principal conclusão de um estudo feito com mais de 62 mil mulheres que já entraram na menopausa, um dos mais profundos realizados até agora sobre a relação entre o excesso de peso e o câncer de mama, disse a Sociedade em um relatório divulgado em Atlanta, Geórgia.
A análise da pesquisa determinou que as mulheres que não se submeteram
ao TSH e que ganharam entre 10 e 15 quilos depois dos 18 anos têm 40% a mais de chances de padecer desse tipo de câncer que mulheres que não engordaram mais de dois quilos. As que ganharam mas de 30 quilos, por sua vez, têm o dobro de chances de desenvolver esta doença. Entre as mulheres que se submeteram ao TSH não foi detectada uma relação direta entre o aumento de peso e o câncer.
O estudo indicou que seus resultados respaldam a conclusão de que a gordura corporal aumenta o risco de sofrer câncer de mama devido ao fato de que, paralelamente à gordura, sobem os níveis de estrogênio no sangue. "Essas conclusões ilustram a importância de manter um peso corporal saudável durante toda a vida", manifestou Heather Spencer Feigelson, epidemióloga da Sociedade de Oncologia dos Estados Unidos e autora do estudo.
"Evitar o aumento de peso é uma das poucas formas de reduzir o câncer de mama entre as mulheres que já estão na menopausa", acrescentou.


Como se Faz o Auto-exame das Mamas?
- Auto-exame

O auto-exame periódico das mamas permite, através do conhecimento adquirido com a experiência e a repetição, identificar nódulos ou outras alterações que não estavam presentes anteriormente. Estudos publicados são controversos no que diz respeito à possibilidade de reduzir a mortalidade pelo auto-exame das mamas. Contudo, independentemente disso, não há dúvida de que essa prática aumenta a probabilidade de detectar lesões pequenas (ao redor de 1,5 cm), e , por consequência, oportunizar cirurgia conservadora na maior parte das mulheres.
As recomendações que seguem proporcionarão retirar o máximo possível dessa técnica simples, indolor, sem custos e acessível a todas as mulheres:
* fazer auto-examer mensalmente;
* iniciar o mais cedo possível, entre os 20 a 25 anos de idade;
* para fazer o auro-exame, a melhor época é uma semana após a menstruação pelo fato de as mamas encontrarem-se sob a menor estimulação hormonal, e , consequentemente, menos inchadas e sensíveis;
* nas mulheres que não menstruam examinar no primeiro dia de cada mês;
* o auto-exame deve ser feito mensalmente, evitando fazê-lo a todo o momento, pois, nesse caso, além de não ajudar, será fonte de apreensão, angústia e desgaste emocional desnecessário;
* lembrar sempre que,na maioria das mulheres, a mama normal tem consistência micronodular à semelhança de um saco de arroz e que os quadrantes superiores são mais densos pelo fato de ali existir maior quantidade de tecido mamário;
* examinar as mamas durante o banho, pois as mãos deslizam mais facilmente sobre a pele molhada ou ensaboada. Com os dedos esticados, pressionando suavemente toda a superfície da mama, procurando alguma saliência, caroço ou espessamento. Utilizar a mão direita para examinar a mama esquerda e a mão esquerda para examinar a mama direita. Da mesma maneira examine cuidadosamente as axilas;
* no espelho, procurar modificações no formato das mamas, inchaços, depressão na pele ou alterações no mamilo de cada mama. Inicialmente com os braços caídos ao longo do corpo e posteriormente com os braços para o alto, acima da cabeça. Poucas mulheres apresentam mamas exatamente iguais. É normal que uma mama seja um pouco maior que a outra;
* deitada,procurar nódulos, colocando a mão direita atrás da cabeça e, com a mão esquerda e os dedos indicador e médio esticados, pressionando suavemente a mama direita, com movimentos circulares, iniciando na periferia da mama e terminando no mamilo. Utilizar o mesmo procedimento para examinar a outra mama;
* por fim, realize uma pequena expressão dos complexoa aréolos-papilares, observando se há saída de secreções anormais.

- Se alguma das alterações abaixo ocorrer, procurar o médico mastologista:

. qualquer nódulo na mama;
. qualquer deformação ou alteração no contorno da mama;
. qualquer saliência ou reentrância na pele da mama;
. qualquer retração ou desvio do mamilo;

. descamação ou vermelhidão em torno do mamilo ou aréola;
. caroço duro na axila.

Vale lembrar que o auto-exame das mamas nunca deve substituir a avaliação médica anual e da utlização dos métodos de imagem com destaque para a mamografia rotineira. Na verdade, o auto-exame, exame clínico e mamografia e ecografia são modalidades complementares.










Movimentos para Pesquisa

































Aproveitamos para lembrar do site www.cancerdemama.com.br ocorre uma campanha nacional, da Mamografia Digital Gratuita, basta entrar no site e clicar na imagem rosa ao lado.



* O Câncer de Próstata vem aumentando e muito nos últimos anos. Os homens com história familiar deste tipo de câncer devem ficar atentos e buscar consultar fazendo os exames preventivos. A vida é o bem mais precioso que todos nós temos e isso não deve ser esquecido diante de temores e preconceitos com o exame preventivo para o câncer de próstata. Passemos por cima desses preconceitos e desinformação e busquemos aliados na divulgação dessa doença que pode ser curada se diagnosticada precocemente.
(by Angela e Luccas Brunno)



Câncer de Próstata
Prevenção do Câncer de Próstata

- O que è próstata

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e adiante do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra , um tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada.

A próstata produz parte do sêmen, um líquido espesso que contém os espermatozóides produzidos pelos testículos e que é eliminado durante o ato sexual.

- Como surge o câncer de prostata?

O câncer da próstata surge quando, por razões ainda não conhecidas pela ciência, as células da próstata passam a se dividir e se multiplicar de forma desordenada, levando à formação de um tumor. Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos do corpo e podendo levar à morte. Uma grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta que não chega a dar sintomas durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.

- Como Prevenir o câncer de próstata?

Até o presente momento, não são conhecidas formas específicas de prevenção do câncer da próstata. No entanto, sabe-se que a adoção de hábitos saudáveis de vida é capaz de evitar o desenvolvimento de certas doenças, entre elas o câncer. Deste modo, é importante:

Fazer no mínimo 30 minutos diários de atividade física;
ter uma alimentação rica em fibras, frutas e vegetais;
• reduzir a quantidade de gordura na alimentação, principalmente a de origem animal;
• manter o peso na medida certa;

• diminuir o consumo de álcool;
não fumar;


- Quem apresenta mais risco de contrair câncer de próstata?

Os dois únicos fatores confirmadamente associados a um aumento do risco de desenvolvimento do câncer de próstata são a idade e história familiar. A grande maioria dos casos ocorrem em homens com idade superior a 50 anos e naqueles com história de pai ou irmão com câncer de próstata antes do 60 anos. Alguns outros fatores, como a dieta, estão sendo estudados, mas ainda não há confirmação científica.

- Quais são os sintomas do câncer de próstata?

Os principais sintomas relacionados ao câncer de próstata são:

Presença de sangue na urina;
necessidade freqüente de urinar, principalmente à noite;
jato urinário fraco;
dor ou queimação ao urinar.


A presença de um ou mais destes sintomas não significa que você esteja com câncer, pois várias doenças podem dar sintomas semelhantes. Por isso, é muito importante a visita ao seu médico, para esclarecimento diagnóstico, tão logo os sintomas surjam. Esta é a melhor forma para se chegar ao diagnóstico precoce do câncer da próstata.

Leia mais sobre o Câncer de Próstata.



* Em tempos de buracos e "crateras" na camada de ozônio e a propagação do Câncer de Pele, chamamos a atenção para a exposição solar em horários inadequados e por tempo prolongado; a maior causa desta doença. Atenção especial deve ser dada às crianças e aos trabalhadores ao ar livre: agricultores, pescadores, vendedores ambulantes. Cuidados preventivos que incluam o uso de bloqueador solar devem ser a prática.
(by Angela e Luccas Brunno)












Câncer de Pele


A pele é o maior órgão do corpo humano. É dividida em duas camadas: uma externa, a epiderme, e outra interna, a derme. A pele protege o corpo contra o calor, a luz e as infecções. Ela é também responsável pela regulação da temperatura do corpo, bem como pela reserva de água, vitamina D e gordura.

Embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais freqüente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.

As neoplasias cutâneas estão relacionadas a alguns fatores de risco, como o químico (arsênico), a radiação ionizante, processo irritativo crônico (úlcera de Marjolin), genodermatoses (xeroderma pigmentosum etc) e principalmente à exposição aos raios ultravioletas do sol.

Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele. Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares.

Como a pele é um órgão heterogêneo, esse tipo de câncer pode apresentar neoplasias de diferentes linhagens. Os mais freqüentes são: carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carcinoma epidermóide com 25% dos casos e o melanoma, detectado em 4% dos pacientes. Felizmente o carcinoma basocelular, mais freqüente, é também o menos agressivo. Este tipo e o carcinoma epidermóide são também chamados de câncer de pele não melanoma, enquanto o melanoma e outros tipos, com origem nos melanócitos, são denominados de câncer de pele melanoma.


- Como prevenir o Câncer de Pele

Com a chegada do verão as praias tornam-se os pontos favoritos para o lazer. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) chama a atenção para os cuidados com a pele neste período e para os riscos que os raios solares podem trazer, como o aparecimento do câncer de pele.

A exposição excessiva e constante à radiação ultravioleta dos raios solares é a principal causa para o aparecimento do câncer de pele. “Ao contrário do que muitos pensam, pele queimada não é sinal de saúde. O sol em excesso, ao longo dos anos, também pode causar queimaduras e envelhecimento precoce”, alerta Carlos Eduardo Alves dos Santos, chefe da Seção de Dermatologia do INCA. Segundo ele, o bronzeamento é uma agressão à pele, que reage ao receber uma carga exagerada de radiação solar. Leia mais sobre radiação ultravioleta ou sobre exposição solar, na publicação A Situação do Câncer no Brasil (página 42).

O câncer de pele tipo melanoma é o mais perigoso. Apesar de atingir somente 5% dos casos, tem grande probabilidade de se espalhar para outras partes do corpo (metástase). Os efeitos nocivos do sol são cumulativos, por isso é comum que as lesões apareçam na maioria das vezes após os 40 anos.

Algumas medidas ajudam a prevenir o câncer de pele. Deve-se evitar a exposição direta ao sol das 10h às 16h e usar filtro solar com fator de proteção igual ou superior ao 15, fazendo reaplicações a cada duas horas. Além disso, é importante usar chapéu e barraca. Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, deve-se usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.


Mas não se esqueça: o sol faz bem à saúde física e mental.
Aproveite-o de forma correta e bom verão!

Qualquer sinal ou mancha na pele, procure o seu médico.
Disque Saúde: 0800 61 1997

Aos interessados em ler mais a respeito de Câncer de Pele, Prevenção do Câncer de Pele e dicas sobre problemas com a pele e cabelos, video, acessar os links abaixo.

http://www.dermatologia.net/novo/base/canc

er.shtml
http://www.dermatologia.net/novo/base/dicas.shtml
http://www.apele.com.br/diagnost/cbc/pag1.asp


* O Câncer de Pulmão, é um dos tumores malignos mais frequentes em nosso meio. 90% dos casos estão associados ao tabagismo. O tabagismo está relacionado a várias doenças como doenças coronarianas, aterosclerose, doenças respiratórias obstrutivas crônicas, acidente vascular cerebral, distúrbios da circulação sanguínea, impotência, envelhecimento precoce com aparecimento de rugas, ressecamento da pele, infarto agudo do miocárdio, nascimento de bebês prematuros e com baixo peso. Isso nos faz questionar: quem em sã consciência promove sua auto-destruição? Escolhe correr riscos de contrair uma doença debilitante,que o afastará do convívio dos seus, do seu trabalho,que o deixará limitado, preso à cama, dependendo de outros? Lembramos ainda dos fumantes passivos, que inalam essa fumaça comp osta de mais de 4000 substâncias, tóxicas e que causam os mesmos malefícios, como se fumassem. E as crianças e idosos que nem podem impedir essa situação no caso de coabitarem com pais, filhos fumantes. É uma triste realidade a de quem tem em sua família alguém sofrendo de Câncer no Pulmão, testemunhar a decadência humana, sem nada poder fazer, ver alguém a quem se ama ir-se, deixar-nos. Desejamos que vocês ao lerem esta postagem tornem-se nossos aliados, promotores de idéias saudáveis; tornem-se guerreiros incansáveis nesta cruzada contra o fumo!
(by Angela e Luccas Brunno)





Quem não fuma não é obrigado a fumar


Câncer de Pulmão

O câncer de pulmão é o mais comum de todos os tumores malignos, apresentando um aumento por ano de 2% na sua incidência mundial. Em 90% dos casos diagnosticados está associado ao consumo de derivados de tabaco (leia mais em Tabagismo). No Brasil, o câncer de pulmão foi responsável por 14.715 óbitos em 200 0, sendo o tipo de câncer que mais fez vítimas.

Você quer parar de fumar? Veja como parar de fumar sem ter que virar a sua vida de cabeça pára baixo. Clique no link ao lado e veja o video: http://www.inca.gov.br/tabagismo/folder/ind ex.html


- Diagnóstico Clínico e Patológico
Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são a tosse e o sangramento pela via respiratória. Nos fumantes, o ritmo habitual da tosse é alterado e aparecem crises em horários incomuns para o paciente. Além disso, uma pneumonia de repetição pode,

também, ser a apresentação inicial da doença.
A maneira mais fácil de diagnosticar o câncer de pulmão é através de um
raio-X do tórax complementado por uma tomografia computadorizada. A broncoscopia (endoscopia respiratória) deve ser realizada para avaliar a árvore traquebrônquica e, eventualmente,

permitir a biópsia. É fundamental obter um diagnóstico de certeza, seja pela citologia ou patologia.
Uma vez obtida a confirmação da doença, é realizado o estadiamento que avalia o estágio de evolução, ou seja, verifica se a doença está restrita ao pulmão ou disseminada por outros órgãos. O estadiam
ento é feito através de vários exames de sangue e radiológicos, como dosagens enzimáticas e ultrassonografia, respectivamente.


- Fatores de Risco
O tabagismo é o principal fator de risco do câncer pulmonar. Outros fatores relacionados são certos agentes químicos (como o arsênico, asbesto, berílio, cromo, radônio, níquel, cádmio e cloreto de vinila, encontrados principalmente no ambiente ocupacional), fatores dietéticos (baixo consumo de frutas e verduras), doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite crônica), fatores genéticos e história familiar de câncer de pulmão.


- Sintomas
Os tumores de localização central provocam sintomas como tosse, sibilos, estridor (ronco), dor no tórax, escarros com raias de sangue, falta de ar e pneumonia. Os tumores de localização periférica são geralmente assintomáticos. Quando eles invadem a pleura ou a parede torácica, causam dor, tosse e falta de ar do tipo restritivo, ou seja, pouca expansibilidade pulmonar.
O tumor localizado no ápice p

ulmonar (Tumor de Pancoast) geralmente compromete o oitavo nervo cervical e os primeiros nervos torácicos, levando à síndrome de Pancoast, que corresponde à presença de tumor no sulco superior de um dos pulmões e dor no ombro correspondente, que se irradia para o braço. Nos fumantes, o ritmo habitual da tosse é alterado, podendo existir crises em horários incomuns para o paciente. Uma pneumonia de repetição pode ser também um sintoma inicial de câncer de pulmão.

- Prevenção
A mais importante e eficaz prevenção do câncer de pulmão é a primária, ou seja, o combate ao tabagismo.


- Tratamento
Do ponto de vista terapêutico existem três alternativas: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. A escolha do tratamento vai depender da avaliação d

e cada caso em questão. Maiores informações podem ser encontradas nos links que seguem abaixo:

http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=340
http://www.accamargo.org.br/index.php?page=14&idTipoCancer=8&gclid=CM6Fwuyrq5wCFU1M5QodMkuTlg

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?342
http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/tabagismo.htm



Câncer de Colo Uterino


O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente, 24% de todos os cânceres.

É o câncer que se forma no colo do útero, local onde há células que podem se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode não ter sintomas.

- O que é o colo do útero?

O colo é a parte inferior do útero que o conecta à vagina. E é através dele que o sangue do fluxo menstrual é eliminado. No período de gravidez o colo fica completamente fechado. Durante o parto o colo se abre e o bebê passa através dele até a vagina.

O que se sente quando se tem o câncer de colo uterino?

O quadro clínico de pacientes portadoras de câncer de colo uterino pode variar desde ausência de sintomas (tumor detectado em exame de rotina) até quadros de sangramento vaginal após a relação sexual, sangramento vaginal as vezes, secreção vaginal de odor fétido e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados da doença.

- Como o médico faz o diagnóstico do câncer de colo uterino?

A coleta periódica do exame citopatológico do colo uterino, (também chamado de exame pré-câncer ou Papanicolau), possibilita o diagnóstico precoce, tanto das formas pré-invasoras (NIC), como do câncer propriamente dito.

Nas pacientes com diagnóstico firmado de câncer de colo uterino, é necessária a realização de exames complementares que ajudam a avaliar se a doença está restrita ou não ao colo uterino.

- Como se trata o câncer de colo de útero?

O tratamento das pacientes portadoras desse câncer baseia-se na cirurgia, radioterapia e quimioterapia. O tratamento a ser realizado depende das condições clínicas da paciente, do tipo de tumor e de sua extensão.

- Detecção precoce para o câncer de colo de útero

Detecção precoce para um tipo de câncer é o processo de se procurar um determinado tipo de câncer na sua fase inicial, antes mesmo que ele cause algum tipo de sintoma.

Para a maioria dos cânceres, quanto mais cedo se fizer o diagnóstico, maiores as chances de cura da doença.

O exame de Papanicolau ou "preventivo de câncer de colo uterino" é o teste mais comum e mais aceito para ser utilizado para detecção precoce do câncer de colo uterino.

- O que é Papanicolau?

Papanicolau é um teste que examina as células coletadas do colo do útero. O objetivo do exame é detectar células cancerosas ou anormais. O Exame pode também identificar condições não cancerosas como infecção ou inflamação. O nome do teste refere-se ao nome do seu criador, o médico greco-americano George Papanicolaou.

- Com que freqüência deve ser feito o Papanicolau?

Toda mulher deve fazer o exame preventivo de câncer de colo uterino (Papanicolau) a partir da primeira relação sexual ou após os 18 anos. Este exame deve ser feito anualmente ou, com menor freqüência, a critério do médico, dependendo dos resultados encontrados.

- O câncer de colo uterino pode ser prevenido?

Sim, prevenir o aparecimento de um tipo de câncer é diminuir as chances de que uma pessoa desenvolva essa doença. A principal estrategia é a relaização de exames preventivos de câncer de colo de útero.

O câncer de colo uterino, como a maioria dos tipos de câncer, tem fatores de risco identificáveis, que devem ser eliminados.

A prevenção do câncer de colo uterino deve contar com campanhas educativas que vise eliminar fatores de riscos.


* Fazer o exame preventivo de câncer de colo uterino é a forma mais eficaz de diminuir a chance de ter esse tipo de câncer.

- Fatores de Risco

Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero, sendo que alguns dos principais estão associados às baixas condições sócio-econômicas, ao início precoce da atividade sexual, à multiplicidade de parceiros sexuais, ao tabagismo (diretamente relacionados à quantidade de cigarros fumados), à higiene íntima inadequada e ao uso prolongado de contraceptivos orais. Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) tem papel importante no desenvolvimento da neoplasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. Este vírus está presente em mais de 90% dos casos de câncer do colo do útero.

* Lembramos às mulheres da importância da realização do exame preventivo Papanicolau como rotina,a melhor estratégia para o diagnóstico precoce do câncer de colo uterino e para salvar vidas.
(by Angela e Luccas Brunno)



link relacionado
http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=140

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?688

http://www.eviteocancer.com.br/


Aos interessados em ler mais sobre a saúde da mulher, com ênfase nas situações e enfermidades ginecológicas, acessar o links abaixo.

http://www.gineco.com.br/

http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/sua_saude/hpv/recursos.html



* Dentre os tipos de câncer ginecológicos, o de ovários é o que apresenta a maior taxa de mortalidade. É muitas vezes diagnosticado tardiamente, visto que nas etapas iniciais não provoca sintomas ou muitas vezes é confundido com dores abdominais outras, constipação, náuseas, problemas digestivos, hemorragia vaginal.
Chamamos a atenção para a necessidade de consultas ginecológicas rotineiras, com realização do exame dos ovários através da palpação, e, caso alguma suspeita seja levantada, exames complementares serão realizados. Além disso, uma atenção especial deve ser dada à distensão ou inchaço abdominal, desconforto e dor no baixo ventre persistentes, sendo motivo de procura de médico ginecologista para descartar a possibilidade de um câncer de ovário. Como já falamos em outras oportunidades, diagnosticar o problema precocemente significa a possibilidade de mais vidas serem preservadas.
(by Angela e Luccas Brunno)


Câncer de Ovário

O câncer de ovário é o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado. Cerca de 3/4 dos tumores malignos de ovário apresentam-se em estágio avançado no momento do diagnóstico inicial. É o câncer ginecológico de maior letalidade, embora seja menos freqüente que o câncer de colo do útero.

- Fatores de Risco

Fatores hormonais, ambientais e genéticos estão relacionados com o aparecimento do câncer de ovário. Cerca de 90% dos cânceres de ovário são esporádicos, isto é, não apresentam fator de risco reconhecido. Cerca de 10% dos cânceres de ovário apresentam um componente genético ou familiar. História familiar é o fator de risco isolado mais importante.

A presença de cistos no ovário, bastante comum entre as mulheres, não deve ser motivo para pânico. O perigo só existe quando eles são maiores que 10cm e possuem áreas sólidas e líquidas. Nesse caso, quando detectado o cisto, a cirurgia é o tratamento indicado.

- Prevenção

As mulheres devem estar atentas aos fatores de risco e consultar regularmente o seu médico, principalmente as mulheres acima de 50 anos. O chamado exame preventivo ginecológico (Papanicolaou) não detecta o câncer de ovário, já que é específico para detectar o câncer do colo do útero.

- Marcadores Tumorais

Marcadores tumorais são substâncias detectadas no exame de sangue e que aumentariam na presença de tumores malignos. No caso do ovário estas seriam o CA 125, a Alfa-feto-proteina e o beta-HCG. Estes marcadores tem baixa especificidade com grande número de falsos positivos. Os marcadores são muito úteis no seguimento da paciente com câncer de ovário, porém pouco confiáveis para o diagnóstico inicial. O CA 125, por exemplo, pode estar elevado em doenças benignas como o mioma uterino ou a endometriose.

- Tratamento

Diversas modalidades terapêuticas podem ser oferecidas (cirurgia, radioterapia e quimioterapia). A escolha vai depender principalmente do tipo histológico do tumor, do estagiamento clínico e/ou cirúrgico do tumor, da idade e das condições clínicas do paciente e se o tumor é inicial ou recorrente. Se a doença for detectada no início - especialmente nas mulheres mais jovens - é possível remover somente o ovário afetado.


Referência Bibliográfica

http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=341

http://claudia.abril.com.br/materias/2555/



Leis e Direitos


Gostaríamos de chamar a atenção para algumas leis que amparam os pacientes portadores de Câncer.

Muitos direitos que temos não são divulgados.
E são nossos direitos !

LEIS FEDERAIS


Lei 11664/08 Garante a Mamografia às mulheres a apartir de 40 anos pelo SUS:

Dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.

Veja a Lei na Íntegra:

Lei 8922/94 Saque do FGTS e PIS:

Portador de Câncer ou possuidor de dependente (junto ao INSS ou Imposto de Renda) igualmente possuidor, poderá sacar o FGTS e PIS.

Veja como sacar o FGTS:
Veja como sacar o PIS:
Veja a Lei na Íntegra:

Lei 9797/99 Reconstrução Mamária pelo SUS:

Dispõe sobre a obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pela rede de unidade integrada do Sistema Único de Saúde - SUS nos casos de mutilação decorrentes de tratamento de câncer.

Veja a Lei na Íntegra:

Lei 8742/93
Amparo Assistencial ao Idoso e ao Deficiente:
LOAS - Lei Orgânica de Assistência Social

De acordo com a lei, o deficiente é amparado por vários benefícios, bem como sua família dependendo da situação.

Veja Mais Detalhes:
Veja a Lei 8742/93 na Íntegra:

Lei 7713/88 - Lei 8541/92 - Lei 9250/95 Isenção de Imposto de Renda na Aposentadoria:

Essas alteram a legislação do imposto de renda das pessoas físicas e dão outras providências, indicando os casos de rendimentos isentos ou não tributáveis.

Veja Mais Detalhes:
Veja a Lei 7713/88 na Íntegra:
Veja a Lei 8541/92 na Íntegra:
Veja a Lei 9250/95 na Íntegra:

Lei 8989/95 - Lei 10182/01
Isenção de I.P.I. na compra de automóvel:

Restaura a vigência da Lei no 8.989, que dispõe sobre a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de automóveis destinados ao transporte autônomo de passageiros e ao uso de portadores de deficiência física, reduz o imposto de importação para os produtos que especifica, e dá outras providências.

Veja Mais Detalhes:
Veja a Lei 8989/95 na Íntegra:
Veja
a Lei 10182/01 na Íntegra:

A vigência é prorrogada até 31 de dezembro de 2006, com as seguintes alterações:

Veja a Lei 10690/03 na Íntegra:

Libera a exigência para aquisição de automóveis, movidos a combustíveis de origem renovável ou sistema reversível de combustão.

Veja a Lei 10754/03 na Íntegra:

Lei 8383/95 - Art. 72 Isenção de I.O.F. na compra de automóvel financiado:

Institui a Unidade Fiscal de Referência, altera a legislação do imposto de renda e dá outras providências. Isenta de IOF as operações de financiamento para a aquisição de automóveis de passageiros de fabricação nacional de até 127HP de potência bruta (SAE).

Veja a Lei 8383/91 na Íntegra:



"O fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem."

(by Allan Kardec)



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